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Pedra da semana: Opala


Muitos acreditam que a opala é uma pedra única, mas a verdade é que ela tem variações de cores. O cristal tem o poder de nos proporcionar uma sensação de paz muito forte, assim como é conhecida pelos especialistas por atrair o amor. Até no significado do nome ela se difere das demais. Seu nome vem da palavra LAUP, sânscrita, cujo significado é pedra preciosa. E é exatamente isso que o cristal é. Bastante precioso e raro.


A opala pode ser branca, incolor, azul-leitosa, cinza, vermelha, amarela, verde, marrom e preta. Frequentemente muitas dessas cores podem ser vistas simultaneamente, em decorrência de interferência e difração da luz que passa por aberturas regularmente arranjadas dentro do microestructura da opala (jogo de cores).


O termo opalescência é usado geral e erroneamente para descrever este fenômeno original e bonito, que é o jogo da cores. Na verdade, opalescência é o que mostra opala leitosa, de aparência turva ou opala do potch, sem jogo de cores.


As veias de opala que mostram jogo de cores são frequentemente muito finas, e isso leva à necessidade de lapidar a pedra de modos incomuns.


Dada a textura das opalas, pode ser difícil obter um brilho razoável. As variedades de

opala que mostram jogo de cores (opalas preciosas) recebem diversos nomes. Do mesmo modo, há vários tipos de opala comum, tais como: opala leitosa (um azulado leitoso a esverdeado); opala resina (amarelo-mel com um bilho resinoso); opala madeira (formada pela substituição da madeira com opala); menilite (marrom ou cinza) e hialite, uma rara opala incolor chamada às vezes “Vidro de Muller”.


Existem opalas sintéticas, que estão disponíveis experimental e comercialmente. O material resultante é distinguível da opala natural por sua regularidade. Sob ampliação, as áreas com diferentes cores são arranjadas em forma de “pele de lagarto”. A distinção também pode ser feita pela falta de fluorescência sob luz UV. São também geralmente de densidade mais baixa e frequentemente mais porosas.


Origem da Opala


Segundo Plínio, escritor romano, a Opala surgiu a partir da glória de várias gemas: “do suave fogo do rubi, do abastado roxo da Ametista e do verde-mar da Esmeralda”. Poetizações à parte, a Opala demora cerca de 60 milhões de anos para se formar. Mais um motivo para ser tão preciosa!

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